14/06/2012

Em boa companhia no Le Jazz SP

Lela Zaniol

Sabe aqueles lugares que logo de cara faz a gente se sentir bem!? Pois então, a minha relação com o Le Jazz lá foi bem assim. Bati o olho e cataploft! Amor verdadeiro, amor eterno, instantaneamente. Quem nos indicou esse lugar foi a querida Li (da Casa da Li) que manja muito. Nosso time era composto por ninguém mais, ninguém menos que " style="color:#ff6600">Roberta Sudbrack, a Andrea, a Li (é claro), o Diogo e eu.

O lugar é pequenininho e recheado de quadros, pôsteres e fotos nas paredes. Até o jogo americano que fica na mesa tem o seu valor "artístico".

Na noite em que estivemos lá, mesmo sendo bem tarde, o lugar ainda estava cheio (isso em plena segunda-feira). Uma galera bebericando e falando pelos cotovelos. O barulho e a “muvuca” que normalmente me tiram do sério, ali me agradaram e contribuiu para criar uma atmosfera meio atemporal à minha experiência.

A pequena janela da cozinha tem vista para todo o salão e parece que está sempre bombando. Um vai e vem de pratos com os garçons fazendo um balé muito bem coreografado no espaço entre as mesas.

Do balcão do bar saltam drinks, cervejas, taças e uma infinidade de garrafas de vinho, tudo muito bacana.

Olha bem o nível de preocupação do povo...

Na hora de decidir o que comer ficou complicado entre as várias opções deliciosas. Eu e o Diogo tínhamos queimado a largada com uns engana-bobos antes e não estávamos com muita fome, mas mesmo assim, liderados pela Roberta, fomos de ovo mollet que nada mais é do que um ovo poché empanado e frito com sauté de cogumelos, crocante de parma, regado de azeite trufado.  É por essas e outras que não canso de repetir: OVO É VIDA!

Dando sequência na comilança, a Roberta, a Andrea e a Li pediram um Chien Chaud (cachorro quente à francesa: salsicha Frankfurt na baguete gratinada com gruyére. Acompanha batatas fritas, chucrute, picles e salada verde) cada uma. Dei uma bicada e gostei, apesar do pão estar meio durango.

Eu e o Diogo dividimos um L'Entrecôte com batatas fritas e o tal molho secreto da casa. Bem bom e exatamente o que eu queria naquele momento.

Después ainda sobrou espaço para um doce. Foi a hora do Pain Perdu que nada mais é do que uma rabanada de brioche com geleia de amora e sorvete da casa. Comeria isso no café da manhã, no almoço e no jantar. Fim!

A conta saiu uns 60 mangos por pessoa contando as cervejas e as taças de vinho. Adorei a experiência e espero repetir sempre que possível. Afinal, amor à primeira vista é raro e é preciso preservar essa relação quando acontece.

Le Jazz 
Rua dos Pinheiros, 254 - Pinheiros 
São Paulo/SP 
Fone: (11) 2359-8141 
www.lejazz.com.br 
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