09/08/2019

6 perguntas para o diretor-presidente do Galeto Di Paolo

Victoria Campos

Paulo Geremia comanda o Galeto Di Paolo, restaurante típico italiano que nasceu na serra gaúcha e ganhou o Brasil. Hoje, já são oito unidades espalhadas pelo país.

Quem comanda o Di Paolo? É um restaurante familiar?
Hoje, é comandado pelo Di Paolo Franchising, o qual eu sou o diretor-presidente. As novas unidades são abertas por meio dessa franquia, sempre com alguém que se formou trabalhando nos restaurantes ou que tenha bastante experiência no segmento. Dessa forma, garantimos o padrão e a qualidade com profissionais que já conhecem a filosofia e a identidade da empresa.

Qual o diferencial do Di Paolo em relação aos outros restaurantes de culinária italiana?
A autenticidade da típica cozinha italiana dos imigrantes que povoaram a serra gaúcha. Existe um livro da pesquisadora Rosana Peccini que se chama “A Invenção da Galeteria”, nele é documentado as características desse tipo de culinária. Nós sempre prezamos muito por essa originalidade do galeto al primo canto e do seus acompanhamentos, e associamos a isso o atendimento de qualidade e os ambientes temáticos. Nesse sentido, incluímos em nossa missão de, aonde quer que o Di Paolo vá, levar autenticidade.

Desde a década de 1990, quando o primeiro Di Paolo foi inaugurado, o que mudou?
Quando abrimos o Di Paolo, que na época se chamava Giuseppe, eu já tinha 15 anos de experiência no setor. Assim, muita coisa se manteve de lá para cá, como o sabor dos alimentos, a apresentação, os ambientes, a qualidade do atendimento e o relacionamento com os clientes. Com o crescimento da empresa, fizemos algumas inovações: criamos ambientes e adegas maiores, colocamos mesas feitas de madeira de pipa em que eram produzidos vinhos, incluímos novos pratos e mais tecnologia na gestão. Além disso, criamos a Escola Di Paolo, que trabalha no desenvolvimento das pessoas, e a Di Paolo Alimentos, que oferece ao público parte dos nossos produtos congelados. Alguns fornecedores também se mantêm desde o início da nossa história e outros foram homologados para trabalhar conosco. Outra mudança importante foi a troca do nome: de Casa Di Paolo para Galeto Di Paolo. Assim, trouxemos para a marca aquilo que é a essência do nosso restaurante.

Hoje, o DiPaolo expandiu para várias cidades do Brasil. Quais são os planos para o futuro?
Temos condições de crescer ainda mais, especialmente em cidades como Rio de Janeiro e Brasília, assim como em todas as capitais do Brasil. Nesse momento, nosso foco está sendo em São Paulo, onde já temos duas unidades. Esse crescimento foi possível também por causa da nossa logística: toda semana, um caminhão parte
do Rio Grande do Sul com produtos e leva até Santa Catarina e São Paulo o galeto, o capeletti, o tortéi, o nhoque, o radicci, o suco de uva e até o carvão. Dessa forma, garantimos o mesmo padrão e a mesma qualidade, inclusive, nas casas de outros estados brasileiros.

Você costuma coordenar de perto todos os restaurantes?
Existem os franqueados locais, que acompanham o dia a dia de perto, mas eu visito as casas regularmente, sempre observando e contribuindo. Também temos uma equipe de nutricionistas que vão a todos os restaurantes com o olhar mais técnico, de auditoria dos padrões.

Já que nesse fim de semana é comemorado o Dia dos Pais, gostaríamos que você deixasse um recado para os nossos leitores.
É uma data muito especial! Eu sou pai de três (do Pedro Henrique, do João Pedro e do Paolo) e também me considero pai do projeto Galeto Di Paolo. Acredito que ser pai é uma missão memorável e de muita responsabilidade, pois é alguém que educa e acompanha os filhos para se prepararem para o mundo e para serem capazes de melhorar o nosso amanhã. É algo muito humano. E o Di Paolo acredita no ser humano e na vida.

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