16/05/2019

6 perguntas para o sócio-proprietário do Toro, em Gramado

Destemperados


Gustavo Wiesel é sócio-proprietário do Toro (Avenida das Hortênsias, 804), em Gramado, um restaurante que traz em seu DNA os preceitos de hospitalidade da hotelaria clássica, do bem receber e do alimentar de uma forma descontraída e personalizada. A casa focada em carnes oferece um cardápio que vai do entrecot ao hambúrguer.

Como você percebe a importância de oferecer um local acolhedor e bem cuidado para o cliente?
Eu tenho formação hoteleira e a hospitalidade está em meu DNA. Receber e servir é muito mais do que uma responsabilidade, é um ato de carinho e gratidão quando alguém nos visita – seja na nossa casa ou em nossos restaurantes. Então, o local acolhedor, bonito e bem cuidado faz parte do processo de receber, alimentar e divertir. A hospitalidade vem de forma natural. Coloco dentro dos meus negócios, e para as minhas equipes, um compromisso, e uma responsabilidade em tornar os momentos de lazer memoráveis para as pessoas.

O que o Toro oferece? Não é apenas uma hamburgueria?
O Toro é muito mais do que uma hamburgueria, é uma casa que oferece alimentação e entretenimento de forma responsável. A hospitalidade está dentro de cada um da equipe. O cardápio de comidas é enxuto e vai desde o burger, focado 100% na qualidade da carne, a uma série de petiscos saborosos. Praticamente todo o menu é formado por matéria-prima fornecida por parceiros locais, que a produz de forma artesanal, o que nos torna
ainda mais comprometidos em fomentar a economia dos pequenos produtores. Nossos pratos principais são feitos com entrecot preparado de diversas formas: grelhado, fatiado, selado ou picado na ponta da faca.

Qual é o carro-chefe da casa?
Sem dúvida, é a linguicinha Jack e os chips de polenta, servidos bem fininhos e crocantes. Entre os pratos principais, os mais vendidos são o burger, que é defumado e grelhado na lenha, e o entrecot com molho Toro – um molho com muita personalidade e atitude, mas que eu não posso contar do que ele é feito (risos). É um segredo guardado a sete chaves.

Qual o segredo para servir pratos de qualidade?
Fornecedores parceiros comprometidos com o nosso negócio e os nossos padrões de qualidade. Muitos testes e
desenvolvimentos contínuos dos pratos, amor e carinho.

Como você percebe a expansão da gastronomia na Serra?
Acredito que é um caminho sem volta, só espero que a demanda acompanhe essa expansão. Desejo com todas as forças que melhore a qualificação da mão de obra para que a nossa região possa sempre entregar um alto nível de serviço. É um desejo e uma missão pessoal minha, qualificar mais as pessoas e fazer a minha parte.

Como foi a criação do cardápio?
No cardápio de comidas, eu trouxe o hambúrguer, que já era algo que eu vinha, particularmente, me especializando há um bom tempo. Meu sócio, o Vini, a quem eu sou muito grato por essa parceria, é o chef da casa. Ele trouxe o entrecot e suas diversas formas de preparo. O restante desenvolvemos juntos. Também não posso deixar de mencionar a participação do nosso time de salão, que capta as sugestões dos clientes e traz até nós. A carta de drinks eu criei inspirado nos bares americanos, com clássicos e coquetéis à base de destilados e sodas. As bebidas autorais também foram feitas com a colaboração, energia e entusiasmo do incrível time de bar.

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