07/02/2020

Gigante da gastronomia | Diogo Carvalho

Diogo Carvalho

Pastel é unanimidade, né? Desconheço alguém que não goste. Pode até existir alguma alma perdida capaz de não ser apaixonada, mas impossível encontrar quem desgoste. Pense comigo: massa todo mundo ama, fritura também, é um troço que não tem inimigo.

Adicione o recheio de sua preferência e temos uma iguaria. Há o pequenino, aqueles mínis. Tem o retangular. E o meia-lua. Existe também a versão assada, que daí já entra em outra categoria chamada “empanada”. As miniaturas são uns amores, mas têm uma relação com as festinhas de criança. Não dá para avaliar direito o recheio, mesmo porque nem cabe tanta coisa dentro. E, na maioria das vezes, não tem ovinho picado.

Tenho uma queda pelo meia-lua do tamanho médio, aquele que deve medir uns 15 centímetros. Além de ter pegada e embocadura, permite que a gente consiga comer uns 10. Pastelzão grande, aqueles de beira de estrada, tenho apreço também, mas não morro de amores justamente por essa característica egoísta dele, que impede de partir para o segundo. Estou concluindo junto de vocês algumas coisas que configuram uma receita ideal de pastel. E é bem possível que a partir daqui a gente se divida: azeitona é fundamental, né, gente!

Pelo amor de Deus. Desde que o mundo é mundo, pastel é de carne e com azeitona. Exceção à regra, dá para tirar azeitona, o que eu acho um absurdo. Mudar a receita é como pedir para o vocalista cantar a música sem uma parte.

Pastel é democrático, simpático, barato, rápido e simples. Justamente por ser fácil de fazer e não ter muito mistério, é que precisa ser absolutamente preciso. Não sei exatamente qual o segredo para um pastel perfeito, ainda estou procurando. Talvez o segredo seja não encontrá-lo, para que assim eu siga sempre em busca...

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